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quarta-feira, novembro 27, 2013

9 anos, talento e Puccini



Quando  Amira Willighagen de 9 anos pisou no palco do  "Holland Got Talent", ninguém esperava uma voz tão potente sair de uma menina tão pequena. Sua incrível versão de "O Mio Babbino Caro" da ópera de Puccini "Gianni Schicchi" lhe valeu o bilhete dourado dos juízes que a levaria direto para o show ao vivo.

É difícil acreditar quão jovem Amira é, mas mais surpreendente ainda é saber que ela é completamente auto-didata, e utilizou apenas tutoriais no YouTube para aprender a cantar.

Ela disse aos juízes: "Meu irmão Vincent toca violino, e eu também queria fazer alguma coisa ... Então eu pensei, eu vou cantar ... e então eu ouvia árias de óperas, que eu achava muito bonitas e foi aí que eu comecei a cantar ".

Bravo, Amira. Bravo.


do huffingtonpost 

quinta-feira, maio 16, 2013

GERSHWIN


Porgy and Bess é uma ópera de George Gershwin que estreou em 1935 com um elenco de cantores negros,  algo muito ousado para época. Houve várias polêmicas sobre esta obra. Só em 1976 foi aceita oficialmente
como ópera e encenada no Metropolitan Opera House de Nova York.

Tem canções muito conhecidas como Summertime, que ficou famosa mundialmente na interpretação de Janis Joplin, mas há outras deliciosas como : "It ain't necessarily so", "Bess, you is my woman now", "I love you Porgy" e "I got plenty o' nuttin".

Aqui, um dueto pra mim inesquecível com Louis Armstrong e Ella Fitzgerald




terça-feira, novembro 08, 2011

Mr. Coppola

Adoro Fred Astaire. Gosto de musicais americanos e alguns franceses também. Mas Fred é algo especial. Frequentemente coloco no twitter vídeos de trechos de seus filmes. Elegante, refinado, talentosíssimo, discreto, gentil, provavelmente obsessivo com a perfeição, estas características pulavam das telas a cada trabalho.
















Francis Ford Coppola dirigiu, na minha opinião, um dos melhores filmes de todos os tempos: O poderoso chefão. Ele faz uma previsão em 1991 a respeito do surgimento do you tube, neste vídeo acima.

Mas eu gostaria é de falar de Francis e Fred. O "Caminho do arco-íris" (Finian's Rainbow) era um musical da Broadway de 1947, que foi levado às telas em 1968. O papel de Finin McLonergan foi inicialmente oferecido à Dick Van Dyke (outro maravilhoso), mas devido a problemas de financiamento o filme foi adiado e Dick ficou fora do projeto. Fred Astaire então com 69 anos, tinha feito seu último filme há 11 anos,  Meias de Seda (Silk Stockings, recomendadíssimo). aceitou o papel, que foi aumentado em participação devido à importância do ator.

Dizem que o poderoso Jack Warner, produtor do filme, não queria Coppola, jovem e com aspecto de hippie para dirigi-lo e não deu muita importância ao filme. Coppola fez filmagem em estúdio e em Napa Valley e houve diferenças sensíveis entre as duas locações, o que ficou estranho na tela.

Mas veja neste vídeo abaixo, uma deliciosa explanação de Francis (aliás gostei dele cantando... a "minha música" rsrs) sobre a produção do filme, com algumas cenas de bastidores com os atores principais, o respeito e admiração dele por Fred Astaire e também um bilhete de Jack Warner. Muito bom !!!




Não, não é um grande filme, nem jamais será colocado em qualquer lista dos melhores, mas há ali, algumas pedras preciosíssimas que brilham tanto que encobrem qualquer outra falha. Fred Astaire em seu último trabalho dançando em um filme, maravilhoso como sempre. Petula Clark uma cantora pop (na época com vários hits) e que canta maravilhosamente bem alguns dos lindos temas do filme. A deslumbrante trilha de Harburg (que letrista!) e Lane, e algumas performances memoráveis do elenco de apoio, como All Freeman Jr. (numa cena engraçadíssima carregando uma bandeja), além de uma mistura inusitada de folclore irlandês com preconceito racial, que acabou numa idéia que considerei genial que acontece no filme.

Mas não vou contar nada aqui. Quem gosta de musicais, vai apreciar este, mesmo com seus defeitos. Vale muito a pena. Duas, das músicas do filme estão entre as mais belas já escritas segundo muitos críticos. Pra mim são três. O que é estupendo.

Pra mim a mais bela, meu tema de vida e que me faz feliz só de ouvir (o que fará vê-la dançada), é
 LOOK TO THE RAINBOW que aparece no início deste vídeo
Aqui a abertura do filme e alguns dos outros temas:

quarta-feira, junho 01, 2011

BARYSHNIKOV

Nos vídeos do you tube, logo no começo deste blog, há alguns do fantástico Michail Baryshnikov. Tive a felicidade de ver O Corsário com ele aqui no Municipal, quando esteve no Brasil. Assista a este e outros vídeos de canto e dança na mesma lista. Vai tornar o seu dia mais bonito com certeza.






quinta-feira, março 17, 2011

RENAISSANCE

Fui apresentada ao Renaissance por uma amiga da faculdade, Cristina Alvarenga. Obrigada Cristina, foi amor à primeira vista ou melhor à primeira audição. A voz cristalina de Annie Haslam , os arranjos orquestrais (depois substituidos por sintetizadores) ,a música de Michael  Dunford e as letras  da poetisa Betty Thatcher (convidada por ele), com influencia da música erudita fizeram dos "discos" desta banda do Reino Unido um deleite para os ouvidos mais exigentes. Hoje a Renaissance é conhecido como rock progressivo, mas há quem alegue que o rótulo de rock clássico cabe melhor a ela.

Aqui os vídeos de duas músicas do álbum "Ashes are burning" de 1973, que eu só conheci em 1979 e que ainda possuo (o LP).

 Músicas cheias de sol !! Que bom !!

Let it grow :



Let It Grow
Taking time to find the right line
Talking easy with the thoughts you want to share
Leaning down, feel you growing in my mind
Stealing down, going down, feel you growing in my mind

It's got to be slow, taking love the only way
It's got to just flow, making love and taking time to let it grow

Finding ways to find the real you
Spending days just holding hands and feeling free
Play around, watch the sunshine coming through
Come around, stay around, watch the loving grow with you.

It's got to be slow, taking love the only way
It's got to just flow, making love and taking time to let it grow

Loving you the love you gave me
Living love with the things we have share
Poetry, hear the words you say to me
Stay with me, here with me, keep our loving flowing free.

It's got to be slow, taking love the only way
It's got to just flow, making love and taking time to let it grow


 e  Carpet of the Sun :

Taking time to find the right line
Talking easy with the thoughts you want to share
Leaning down, feel you growing in my mind
Stealing down, going down, feel you growing in my mind

Finding ways to find the real you
Spending days just holding hands and feeling free
Play around, watch the sunshine coming through
Come around, stay around, watch the loving grow with you.

Loving you the love you give me
Living love with the things we have to share
Poetry, hear the words you say to me
Stay with me, here with me, keep our loving flowing free.

Chorus:
It's got to be slow, taking love the only way
It's got to just flow, making love and taking time to let it grow

segunda-feira, janeiro 10, 2011

Sou tão insensível quanto a princesa

A série francesa "A Princesa Insensível" foi criada e realizada por Michel Ocelot. Foi produzida em 1983 pela AAA, o canal Antena 2 e CNC. A série é constituída por 13 episódios de 4 minutos cada.

História
A série trata a história de uma princesa que não mostrava emoções. O seu pai, o Rei, estava muito preocupado com a sua filha, e decidiu arranjar-lhe um pretendente que lhe agradasse, para depois casar.

Um certo dia, o Rei abriu um concurso para todos os jovens solteiros do reino. Apareceram muitos pretendes que tentavam de tudo para agradar a princesa, desde, presentes, malabarismos, músicas, poemas, etc. Mas a Princesa permanecia insensível a tudo o que lhe rodeava. Até que um dia...!!

Eis o primeiro episódio e logo a seguir o último que explica tudo, e que contem também partes de todos os outros.
Abaixo a letra da música-tema. (veja até o fim. não está traduzido, mas não há necessidade)



La fille du roi encore une fois
dans son théâtre va s'ennuyer
Car l'amuser est impossible
rien n'intéresse la princesse insensible
Les plus doués ont tout tenté
même c'est en vain pour le d'évince
Vive le prince irrésistible
qui intéresse la princesse insensible.




La fille du roi encore une fois
dans son théâtre va s’ennuyer
Car l’amuser est impossible
rien n'intéresse la princesse insensible
Les plus doués ont tout tenté
mais c'est en vain , qu'on les évince !
Vienne le prince irrésistible
qui intéresse la princesse insensible
----------------------------------------------------do blog desenhosanimadospt

quarta-feira, janeiro 05, 2011

Mário Quintana

Amar é mudar a alma de casa,
é ter no outro, nosso pensamento.
Amar é ter coração que abrasa,
amar, é ter na vida um acalento.

Amar é ter alegria que extravasa,
amar é sentir-se no firmamento.
Amar é mudar a alma de casa,
é ter no outro, nosso pensamento.

Amar, é aquilo que embasa,
é ter comprometimento.
Amar é, voar sem asa,
e porque amar é acolhimento,
amar é mudar a alma de casa.
 
 

sexta-feira, dezembro 17, 2010

See ya !!!!

     Eu ia fazer outra postagem, mas soube da morte de Blake Edwards. Resolvi deixar aqui então um trecho simples e bonito de um dos filmes mais conhecidos do diretor de :
"anáguas a bordo" (operation Petticoat), com Cary Grant e Tony Curtis,
 "vício maldito" (days of wine and roses), este com uma linda abertura na voz de Frank "the voice" Sinatra,
 "a corrida do século" (the great race), com Tony Curtis e Jack Lemon juntos de novo,
"um convidado bem trapalhão" (the party) com Peter Sellers,  alguns filmes da "pantera cor-de-rosa", também com ele, e outros; muitas comédias de alguém que sofreu de depressão.
      Foi casado por 42 anos com a eterna noviça rebelde Julie Andrews que foi dirigida por ele em
" vitor ou vitória" e eis aqui um trecho de 
                      "bonequinha de luxo"
                        (breakfast at Tiffany's)
                       Vá com Deus !



sábado, setembro 24, 2005

Filmes


Mais filmes... Quero deixar claro que os filmes que coloco aqui, não são aqueles das listas de melhores filmes de todos os tempos, os melhores da crítica, os melhores do público, bilheterias etc. Estou colocando aqui filmes de que me lembro na hora que escrevo. Dificilmente me lembraria de um filme muito ruim, a não ser aqueles tão ruins que são bons. Trash.
Em geral são filmes que me tocaram por algum motivo e ficaram. Estou evitando até colocar dados técnicos, que podem ser procurados.Tudo que escrevo, foi o que ficou.
Bom vamos a eles: já que comecei com temas, vou continuar.
Capa e espada - vou colocar todos os filmes desse período (?), digamos, idade média em diante.
Excalibur - adorei. tem magia, guerra, amor, e a busca pelo santo graal. Sem contar que tem o mérito de ter Carmina Burana na trilha sonora. Nunca mais vi um filme sobre o rei Arthur sem fazer comparações com este. Ah e tem Hellen Mirren. O filho do diretor John Boorman faz o papel do filho de Morgana e Arthur. Depois eu o veria, já rapazinho, num filme de guerra, também dirigido pelo pai. Mas isso é outra história.
O Feitiço de Áquila - presença constante na sessão da tarde e diversão garantida. Protagonistas bonitos, Mathew Broderick cínico e ótimo, tema envolvente, o bem e o mal definidos, redenção e punição. Paz.
O leão no inverno - não é um filme fácil. Mas dá o maior prazer a quem gosta de boas atuações e bom texto. Duelo. Kate Hepburn, Peter O'toole e Anthony Hopkins (novinho). Devo estar sendo injusta, mas são os que me lembro. Deve ter sido peça de teatro pois a ênfase está nos diálogos. Só vi uma vez e gostaria de ver de novo.
Becket, o favorito do rei - acho que é esse o título. Idem o anterior (texto e atores). Richard Burton e Peter O'toole naquilo que sabem fazer bem. Não, não é beber. A história é verdadeira, assisti quando nova e fiquei impressionada, principalmente com as atuações. Que bom que pude ver filmes como esse e o anterior quando era criança. Aprendi a valorizar o que é bom. Creio que nunca mais foi reprisado. Pena.

domingo, setembro 18, 2005

Elomar


"Todo bem é de Deus que vem,
quem tem bem, louva a Deus seu bem,
quem não tem, pede a Deus que vem. "


Trecho da música Campo Branco de Elomar Figueira de Melo, violonista, cantador, cronista, compositor de muuito talento, com uma obra gigantesca para orquestra e coro, que canta sua terra e sua gente. O disco que reúne ele, Geraldo Azevedo, Vital Farias e Xangai, é uma jóia preciosa, com quatro dos melhores cantadores e violeiros do país. Xangai é um cantor primoroso, que deveria ser incensado pela mídia que parece surda aos anseios de boa música do povo, sim, porque mesmo sem divulgação os Cds Cantoria 1 e 2, há anos vendem muito bem.
Quanto a Elomar, é lamentável e injustificável que sua obra permaneça desconhecida do grande público que se olha no espelho e não se vê, bombardeado por músicas de gosto duvidoso, quando não horroroso, podendo ter momentos de puro enlevo e identificação.
Cantoria 1 e Cantoria 2 (além de Elomar em concerto) são Cds pra ouvir sempre e se emocionar com tanta beleza!